Um poema bonito. Um fato chocante. Um coração partido. Uma foto interessante. Uma mudança brusca. Uma música sensacional. Uma luta justa. Uma história surreal. E nada que atraia tanta atenção assim.
domingo, 9 de agosto de 2015
Um breve conto despretensioso
Se fito as árvores no inverno por uns instantes, imagino que se alimentam de almas dos que ousam se aproximar delas depois da meia noite. Estraçalham os distraídos da madrugada impiedosamente com seus galhos e guardam incontáveis corpos entre suas raízes.
Culpa dos filmes de terror.
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